Olá mundo

Quando eu comecei a empreender, 3 anos atrás, eu não tinha uma pista sequer de onde estava me metendo.
pra quem já tentou, sabe que cultivar uma ideia e ver ela saindo do papel é que nem tatuagem, depois da primeira já era.
E assim como essa marca que não sai, empreender pode ter um significado muito grande ou pode ser simplesmente porque a gente gosta. fato é: a experiência fica, mesmo se tudo sair errado.
Como toda e qualquer experiência, quanto mais você aprende mais você descobre que tem o que aprender.

Desde a escola não fomos muito bem ensinados a tomar decisões, a saber o que queremos, a escolher o que aprender, e muito menos a sair do escopo.
< Empreender é bem ao contrário. >
Nessa trajetória o que vicia e desmotiva me parece o mesmo: o risco.
Sair da caixa demanda improvisos que nenhuma receita de bolo é capaz de antecipar.

Antes fosse só isso.
No 🌎 ​globalizado em que calhamos de nascer as coisas estão mudando. E rápido. Não é novidade pra ninguém, mas o que choca é se deparar com dados que 65% das crianças que hoje nascem terão profissões que ainda nem foram inventadas.
Os algoritmos são programados para engolir as funções menos complexas, e o que sobra é a criatividade mesclada ao pensamento crítico, insubstituíveis – por enquanto.

Acho que, fundamentalmente, não fomos muito ensinados sobre autogestão.
Parece haver uma lógica de mercado que silenciosamente nos toma a autonomia, suprindo nossas dúvidas com soluções instantâneas e engessadas que surgem nas prateleiras e não abrem muito espaço pra autorreflexão.

Em contrapartida, ao que tudo indica, na esfera do empreendedorismo há de se cultivar transformações multidisciplinares.
Afinal, gerir um negócio envolve um cado de tudo: organização, gestão, comunicação, advocacia, contabilidade, psicologia, arquitetura, design gráfico, web design, ciência de dados, um pouquinho de malabarismo e por aí vai…

O conhecimento é a maior ferramenta de autonomia, e desenvolver o raciocínio estratégico promove soluções integradas e eficientes em qualquer cenário.
Mas é pra isso que a gente paga a internet e a quantidade de pessoas dispostas a compartilhar conhecimentos em todas as áreas é crescente, e é incrível.
Basta escolher o que faz sentido, começar aprendendo o que aprender e depois testar, porque na prática, a prática é bem diferente da teoria.

Reconhecer as abrangências das próprias necessidades, da própria capacidade e, principalmente, do que faz a gente feliz.
Clichês bem vindos: a vida é agora.
E, claro, conciliar o bem estar mental é também pagar boletos.

Colocar tudo isso na balança e alcançar resultados é um processo auto-investigativo. Não tem botões clicáveis. por trás de todo romantismo de ser dono do próprio nariz, se escondem noites mal dormidas, dias improdutivos, pensamentos derrotistas e sonhos atrasados.
Mas pra quem persiste, é possível encontrar no poder da adaptação o que há de mais importante nesse processo: o autodesenvolvimento, o autoconhecimento e a auto-evolução.

Depois de muita reflexão, fusão e fissão dos meus processos criativos, resolvi fazer minha parte. Percebi que posso transformar meus erros e acertos em conteúdo, porque acredito que precisamos nos munir.
De informação, de troca de experiências e de ideias.

Quero ser capaz de cumprir uma missão simbólica no oceano online a se navegar, deixando uma contribuição que, quem sabe, ajude outra pessoa que se reconheça no que eu penso, e aprenda algo com a minha trajetória.

Acredito na construção diária de um planeta regido pela economia colaborativa, onde todos têm um papel, e,
seja lá qual for o futuro, cada um precisa (re)inventar o seu.

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