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Movida pela inquietude desde tempos imemoriais, sou fascinada por processos experimentais que gestam novos olhares e novos mundos.

Desde que eu era pequena é assim, na época em que meu pai me dizia que eu podia ser o que eu quisesse quando eu crescesse, e minha mãe falava que eu chegava da escola argumentando que as artérias do coração seriam mais eficientes de tal outra maneira.

Encontrar tanto sentido em experimentar processos em busca de descobertas fez eu entender que minha vida é um laboratório onde a criatividade é a ferramenta de transformação mais poderosa que eu possuo.

Pensar jeitos diferentes de fazer as coisas é o que dá sentido pra minha existência.
Ver nascer ideias faz meu olho brilhar de um jeito inexplicável.

E agora? Não dá pra fazer isso pra sempre. Ou dá?

Tudo foi vindo aos poucos, emergindo de um limbo de dúvidas embaralhadas: como eu vou ficar só formatando ideias? Quero consolidar um projeto, e não vagar por muitos projetos inconclusivos.

Aí um amigo muito querido me liga: “Luisa, faz um logotipo pra mim?”

Fiz.

O universo lá falando comigo, mostrando o caminho, e eu muito ocupada pirando.

Demorei um tempo pra entender que formatar negócios criativos e criar toda a estrutura visual que envolve a coerência entre mensagem e imagem é o que eu quero fazer quando crescer:

Fui percebendo que minhas experiências como empreendedora frustrada me ensinaram lições sobre esse microuniverso, e, se eu dividir o que aprendi, quem sabe, posso ajudar alguém.

Fui estudar criação de conteúdo, fiquei maravilhada com o poder transformador de compartilhar conhecimento, e encontrei no marketing digital o vislumbre de um mundo que tem espaço pra todo tipo de ideia.

Ensaiei um tempo, e na contramão de todos os meus planejamentos, como quem toma um café distraído numa tarde aleatória: nasceu o instagram, como superfície de experimentar formas de compartilhar esses aprendizados. E desde então me (re)signifiquei diversas vezes, na certeza que só o movimento traz respostas.  

esse jeitinho reikiana III de ser, toda trabalhada na metafísica do corpo, na biomimética, no somos todos um, e na medicina chinesa foi encontrando formas de se manifestar através do que eu crio.

No meio das contas – certamente não é no fim, vejo que é essa mistura heterogênea do estudo de diversas áreas que me presenteia diariamente com uma visão intuitiva, lúdica e estratégica, e me permite criar de forma ampla.

Em tudo que eu faço quero experimentar meu potencial, entendendo que, como o universo, estou em constante expansão.

A curiosidade me habita desde sempre, e esse termo surgiu da necessidade de explicar em poucas palavras que sou movida à experimentos e descobertas.

Minha intenção é te convidar a levantar hipóteses criativas, misturar aprendizados, documentar questionamentos, e encontrar, de forma otimista, meios de caminhar com autonomia e autenticidade.

A miolo existe para que eu possa expressar livremente minhas facetas multidisciplinares e, com sorte, te inspirar a experimentar as suas também.

Movida pela inquietude desde tempos imemoriais, sou fascinada por processos experimentais que gestam novos olhares e novos mundos.

Desde que eu era pequena é assim, na época em que meu pai me dizia que eu podia ser o que eu quisesse quando eu crescesse, e minha mãe falava que eu chegava da escola argumentando que as artérias do coração seriam mais eficientes de tal outra maneira.

Encontrar tanto sentido em experimentar processos em busca de descobertas fez eu entender que minha vida é um laboratório onde a criatividade é a ferramenta de transformação mais poderosa que eu possuo.

Pensar jeitos diferentes de fazer as coisas é o que dá sentido pra minha existência.
Ver nascer ideias faz meu olho brilhar de um jeito inexplicável.

E agora? Não dá pra fazer isso pra sempre. Ou dá?

Tudo foi vindo aos poucos, emergindo de um limbo de dúvidas embaralhadas: como eu vou ficar só formatando ideias? Quero consolidar um projeto, e não vagar por muitos projetos inconclusivos.

Aí um amigo muito querido me liga: “Luisa, faz um logotipo pra mim?”

Fiz.

O universo lá falando comigo, mostrando o caminho, e eu muito ocupada pirando.

Demorei um tempo pra entender que formatar negócios criativos e criar toda a estrutura visual que envolve a coerência entre mensagem e imagem é o que eu quero fazer quando crescer:

Fui percebendo que minhas experiências como empreendedora frustrada me ensinaram lições sobre esse microuniverso, e, se eu dividir o que aprendi, quem sabe, posso ajudar alguém.

Fui estudar criação de conteúdo, fiquei maravilhada com o poder transformador de compartilhar conhecimento, e encontrei no marketing digital o vislumbre de um mundo que tem espaço pra todo tipo de ideia.

Ensaiei um tempo, e na contramão de todos os meus planejamentos, como quem toma um café distraído numa tarde aleatória: nasceu o instagram, como superfície de experimentar formas de compartilhar esses aprendizados. E desde então me (re)signifiquei diversas vezes, na certeza que só o movimento traz respostas.  

esse jeitinho reikiana III de ser, toda trabalhada na metafísica do corpo, na biomimética, no somos todos um, e na medicina chinesa foi encontrando formas de se manifestar através do que eu crio.

No meio das contas – certamente não é no fim, vejo que é essa mistura heterogênea do estudo de diversas áreas que me presenteia diariamente com uma visão intuitiva, lúdica e estratégica, e me permite criar de forma ampla.

Em tudo que eu faço quero experimentar meu potencial, entendendo que, como o universo, estou em constante expansão.

A curiosidade me habita desde sempre, e esse termo surgiu da necessidade de explicar em poucas palavras que sou movida à experimentos e descobertas.

Minha intenção é te convidar a levantar hipóteses criativas, misturar aprendizados, documentar questionamentos, e encontrar, de forma otimista, meios de caminhar com autonomia e autenticidade.

A miolo existe para que eu possa expressar livremente minhas facetas multidisciplinares e, com sorte, te inspirar a experimentar as suas também.